O ex-procurador do Estado Marcelo Lopes da Silva voltou à prisão nesta quarta-feira (16), em nova fase da operação Ouroboros, do Ministério Público. A Justiça autorizou a análise de mensagens nos celulares de envolvidos na investigação, incluindo Davi Perini Vermelho, o Didê.
Operação Ouroboros avança com análise de mensagens de celulares
Marcelo Lopes da Silva já tinha atuado como procurador-geral do Instituto Rio Metrópole (IRM), que é alvo de uma apuração sobre contratos com R$ 86 milhões. A nova etapa da operação ocorreu depois que investigadores analisaram dados dos aparelhos.
Justiça autorizou acesso a celulares e novas linhas de investigação surgiram
O acesso ao conteúdo dos celulares de Marcelo, do ex-presidente do IRM Davi Perini Vermelho, o Didê, e do ex-diretor do instituto Franquis Dias Nepomuceno foi autorizado pela Justiça. As mensagens apontaram para uma nova frente de apuração segundo o Ministério Público.
De acordo com a investigação, Thays Pinho Carneiro da Silva, então namorada de Marcelo, abriu uma microempresa usada para repassar dinheiro ao ex-procurador. A empresa foi aberta em maio de 2024, mas, segundo o Ministério Público, já havia sido contratada dois meses antes pela Engeconsult Consultores Técnicos Ltda. para prestar serviços administrativos, e Marcelo teria recebido R$ 30 mil em seis parcelas de R$ 5 mil.
Investigação segue e caso está em atualização
O texto original indica que a matéria está em atualização. A publicação também cita que as informações vieram do portal “g1”.
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