Flávio Bolsonaro escolheu o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como seu candidato a vice na chapa à Presidência. A decisão coloca Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, no centro do debate eleitoral.
Escolha do vice liga campanha de Flávio à CPMI do INSS e ao nome de Lulinha
Relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar atuou durante a investigação e direcionou o foco para a participação do governo Lula no escândalo das fraudes na Previdência.
No fim do relatório, ele pediu o indiciamento de Lulinha por corrupção, tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Pedido de prisão foi rejeitado e inquéritos voltam Lulinha ao noticiário
Gaspar também pediu a prisão de Lulinha por suposto risco de ele deixar o país. Nesta quarta-feira, Flávio lembrou o pedido e disse que Gaspar pediu a prisão do filho do presidente por “culpa no cartório”.
O relatório e o pedido de prisão foram rejeitados por 19 votos a 12. Depois disso, Lulinha voltou ao debate após virar alvo de três inquéritos sobre atuação para ajudar empresas a fecharem contratos com o governo Lula.
Entre as empresas citadas está uma ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal investigado no escândalo do INSS.
Marcola recebeu R$ 249.000 e deixou função no comitê de Lula
Outro nome puxado para o debate é Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula até poucas semanas. Ele recebeu 249.000 reais da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e lobista do Careca do INSS.
O assessor disse que foi um empréstimo para resolver uma questão familiar e que a dívida foi quitada. Mesmo assim, ele perdeu a confiança de Lula e deixou nesta quarta-feira a função no estafe da campanha à reeleição do petista.
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