A Câmara dos Deputados vai manter um ritmo lento de trabalho até o primeiro turno das eleições, com poucos dias de sessões entre o início de agosto e a disputa. A medida foi definida por líderes partidários, enquanto os gastos da Casa com verba de gabinete seguem altos.
Recesso começa e Câmara reduz atividade, mas custos de gabinete continuam
Com o recesso parlamentar prestes a começar, a Câmara entrou em “modo avião” há algumas semanas. O texto aponta produtividade mais baixa por causa das festas juninas e da Copa do Mundo.
Mesmo com a queda no ritmo, o fluxo dos custos da Casa deve seguir igual. Entre janeiro e junho, os gastos de todos os deputados só com verba de gabinete superaram 448 milhões de reais.
Rodada de votações fica apertada: só 9 dias entre agosto e o 1º turno
Até o fim da próxima semana, não há expectativa de apreciação de matérias prioritárias. O texto também diz que a lei de diretrizes orçamentárias não deve ser analisada por deputados e senadores na Comissão Mista do Orçamento.
Na semana passada, líderes partidários decidiram que deputados terão sessões da Câmara apenas em duas semanas entre o início de agosto e o primeiro turno. O artigo informa que estão previstos apenas nove dias de trabalho nesse período.
Datas de sessões presenciais e retomada do ritmo em 5 de outubro
Com o recesso terminando em 1 de agosto, as sessões presenciais ficam concentradas de 10 a 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro.
A retomada do ritmo dos trabalhos acontece só em 5 de outubro, quando o primeiro turno já tiver sido superado.
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