Campanhas de rua somem e redes sociais viram aposta nas eleições 2026

Nas eleições 2026, o clima de campanha nas ruas virou exceção e ganhou força nas redes sociais. O texto relembra jingles antigos, santinhos distribuídos e comícios históricos para mostrar como a disputa mudou.

Do jingle do MDB no fim da ditadura ao pouco corpo a corpo nas ruas do Rio

O autor cita um jingle antigo com “É o M, é o D, é o B” e lembra que a eleição ocorreu em 1970, durante a ditadura militar.

Ele descreve carros de som com alto-falantes na capota, tocando jingles dos partidos, e cabos eleitorais abordando crianças com santinhos de candidatos.

Zona Sul e Zona Norte têm pouca presença de cabos eleitorais; Centro do Rio ainda reúne bandeira e jingle

Nas eleições 2026, o autor diz que não decorou novas versões de músicas de campanha e que, nos bairros da Zona Sul e da Zona Norte, dá para andar quarteirões sem ver cabo eleitoral com bandeira ou santinho.

Na reta final do primeiro turno, ele afirma que vai ao Centro do Rio, onde aparecem caminhada de candidatos, bandeiraço e jingle tocando, inclusive de candidato citado no texto com menção a “ex-governador inelegível e investigado por esquemas diversos” e de “ex-presidente golpista atualmente em prisão domiciliar”.

Campanhas recuam das ruas e avançam para redes sociais; texto relembra comício na Candelária em 1989

O texto diz que as ruas não funcionam mais como termômetro e que campanhas passaram a se concentrar em meios de comunicação, internet e redes sociais.

O autor também lembra que, em 1989, trabalhou como repórter no esporte e foi manifestante em um comício na Candelária, citando uma multidão com “mais de 200 mil” pessoas e um “um milhão” na estimativa dos organizadores.

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