Nas eleições de 2026, o eleitor vai votar em dois candidatos diferentes para o Senado. A regra vale porque 54 das 81 cadeiras do Senado entram em disputa.
Renovação do Senado em 2026 deixa 54 vagas em disputa
Em 2026, o Senado renova dois terços das cadeiras. Esse total corresponde a 54 vagas, com duas em cada estado e no Distrito Federal.
O mandato de senador dura oito anos. Cada senador eleito vem acompanhado de dois suplentes, e os nomes e as fotografias aparecem na tela da urna durante a votação.
Na urna, eleitor faz duas votações para senador e precisa escolher candidatos distintos
O eleitor vota para senador duas vezes na urna eletrônica. Primeiro, ele digita o número da primeira escolha na tela do Senado, confere nome, fotografia e partido, e confirma o voto.
Depois, ele repete o procedimento para a segunda vaga. As duas escolhas precisam ser feitas para candidatos diferentes, porque se o eleitor digitar o mesmo candidato nas duas etapas, o segundo voto fica nulo.
O eleitor não precisa escolher candidatos do mesmo partido. Na disputa pelo Senado, o voto é nominal, voltado direto para o candidato, e não existe voto de legenda como nas eleições para deputado federal, estadual ou distrital.
Ordem de votação e data do primeiro turno: 4 de outubro
O eleitor faz seis escolhas na urna no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. A sequência começa por deputado federal, passa por deputado estadual ou distrital, depois a primeira vaga para senador, a segunda vaga para senador, governador e termina com presidente da República.
O eleitor recebe orientação da Justiça Eleitoral para anotar previamente os números dos candidatos. A “colinha” de papel pode ficar na cabine de votação, enquanto o celular deve ficar fora dela.
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