Um carro oficial da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) foi alvo de ataque com uso de explosivos em Copacabana, na noite de quinta (23). O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) relatou o caso nas redes sociais e associou o ataque à Operação Tolerância Zero.
Imagens do Civitas ajudam prefeitura a apontar responsáveis pelo ataque
O monitoramento do episódio foi feito pelo Civitas, sistema municipal de monitoramento e vigilância. A prefeitura informou que as imagens permitiram identificar os responsáveis pelo ataque.
O ataque aconteceu na Praça Serzedelo Corrêa. A prefeitura disse que repassou a informação ao governo do estado.
Prefeito do Rio cita represália à Operação Tolerância Zero após início da 2ª fase
Eduardo Cavaliere atribuiu o atentado a uma represália à Operação Tolerância Zero. Ele afirmou: “De lá para cá, as tentativas de represália são claras e agora chegaram ao ponto de usar explosivos contra autoridades públicas em Copacabana. Alguém tem dúvida do tipo de organização que está por trás dessas ações?”
O ataque ocorreu horas depois do início da segunda fase da Operação Tolerância Zero. Em Copacabana, a prefeitura informou que dois depósitos clandestinos usados para armazenar mercadorias e equipamentos de ambulantes foram interditados.
Interdição de depósitos faz parte da meta da Operação Tolerância Zero no bairro
A Prefeitura do Rio disse que a iniciativa busca “ações diárias para recuperar os espaços públicos, combater atividades sem autorização, proteger quem trabalha dentro da lei e impedir a reocupação das áreas fiscalizadas”.
Com o caso do carro da Seop em Copacabana, a prefeitura informou que as imagens do Civitas foram usadas para identificar os responsáveis e repassar as informações ao governo do estado.
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