O ex-governador Cláudio Castro (PL) vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter uma condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o deixou inelegível até 2030.
O plano da defesa não mira uma candidatura nas eleições deste ano.
TSE manteve inelegibilidade e defesa fala em recurso ao STF
O TSE rejeitou os embargos de declaração da defesa de Cláudio Castro e manteve a inelegibilidade até 2030.
Apesar do resultado no tribunal eleitoral, aliados do ex-governador dizem que a estratégia da defesa não tem ligação com uma disputa em 2026.
Embargos foram rejeitados na noite de terça-feira (02)
Na noite de terça-feira (02), o TSE rejeitou por unanimidade os embargos de declaração e manteve a inelegibilidade de Castro por abuso de poder político e econômico, condutas vedadas e captação ilícita de recursos nas Eleições Gerais de 2022.
O tribunal afirmou que não houve omissão, obscuridade ou contradição na decisão anunciada em março deste ano.
Castro chegou a ser pré-candidato do Partido Liberal ao Senado pelo Rio de Janeiro, mas desistiu na última semana após repercussão ligada a duas operações da Polícia Federal.
Castro desistiu da candidatura e disse que vai focar na própria defesa
Os agentes foram à casa do ex-governador por suspeitas de envolvimento em fraudes ligadas à Refit e ao Banco Master.
Ele também teve o nome associado a supostas mensagens vazadas entre ele e Vorcaro, que repercutiram entre eleitores.
Ao desistir da candidatura ao Senado, Castro afirmou que vai se dedicar integralmente à própria defesa nesses casos.
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