O governo do Rio fez cortes de comissionados que somam 3.600 em menos de três meses. A conta feita até 31 de dezembro deste ano prevê impacto de 230 milhões de reais.
Gestão do desembargador Ricardo Couto corta milhares de cargos comissionados no Rio
O balanço dos cortes foi divulgado nesta quarta-feira, 10.
O texto diz que as exonerações continuam e que o governo vai seguir com auditorias em secretarias e em entidades da administração indireta.
Casa Civil reduz 60%: de 1.692 para 670 comissionados após posse em 24 de março
Quando o desembargador Ricardo Couto assumiu, em 24 de março, após renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL), a Casa Civil tinha 1.692 comissionados.
De lá para cá, a secretaria fez 800 exonerações e passou por mudanças na estrutura, com a saída da Subsecretaria de Gestão de Pessoas e da Subsecretaria de Projetos Estratégicos e Pacto RJ, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira.
Depois do enxugamento, a Casa Civil ficou com 670 cargos em comissão, sob o comando do procurador do estado Flávio Willeman. A redução nos quadros foi de 60%.
Auditorias seguem e podem levar a novas exonerações na administração do Rio
Em nota, o Palácio Guanabara informou que as auditorias incluem empresas estatais dependentes e não dependentes.
O governo afirmou que novas exonerações podem ser feitas conforme o avanço das auditorias conduzidas pela Casa Civil e pela Secretaria de Estado de Governo.
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