Couto publica decreto com exame técnico obrigatório no Rioprevidência

Ricardo Couto publicou um decreto para blindar o Rioprevidência após o escândalo ligado a investimentos no Banco Master. A medida cria regras de controle e exige exame técnico de quem vai cuidar das aposentadorias dos servidores.

Decreto muda governança do Rioprevidência sem elevar despesas, diz governo

O texto redesenha a estrutura da autarquia.

O objetivo declarado é aumentar a rigidez técnica na governança para reduzir falhas de fiscalização e proteger o dinheiro dos servidores, sem aumento de despesas públicas.

Quem vai administrar precisa passar por exame nacional e reforçar controle interno

O decreto torna obrigatória a aprovação em exame de certificação técnica nacional para membros dos Conselhos de Administração e Fiscal e para toda a Diretoria Executiva.

Ele cria a Gerência de Controle Interno e Auditoria, com assessorias para acompanhar conformidade de Administração, Finanças, Benefícios e, principalmente, Investimentos.

Também entra em cena a Assessoria de Proteção de Dados Pessoais para garantir o cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), além de uma Assessoria de Modernização Jurídica para dar segurança legal às decisões.

Estrutura passa a ter quatro diretorias e detalhamento vai sair em regimento interno

Com a extinção de antigas assessorias, o Rioprevidência passa a operar sob a liderança do diretor-presidente e de quatro diretorias: Diretoria de Administração e Finanças, Diretoria de Investimentos, Diretoria de Seguridade e Diretoria Jurídica.

O novo Regimento Interno será editado via portaria pela presidência da autarquia, e o decreto já está em vigor, revogando a estrutura anterior.

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