A CPI da Tragédia de Petrópolis, na Alerj, aprovou nesta quinta-feira (02) a quebra do sigilo bancário do ex-secretário estadual de Ambiente e Sustentabilidade Bernardo Rossi (Solidariedade) e do ex-prefeito de Petrópolis Rubens Bomtempo (PT). A decisão vale para as apurações sobre o uso de verbas ligadas à tragédia climática.
Quebra de sigilo bancário entra nas investigações sobre verbas da tragédia em Petrópolis
A medida faz parte das investigações sobre destinação e execução de recursos públicos ligados às ações de resposta à tragédia climática que atingiu Petrópolis em fevereiro de 2022.
O caso está em andamento na CPI da Tragédia de Petrópolis, instalada na Assembleia Legislativa (Alerj).
Relator Alexandre Knoploch levou o pedido à votação nesta quinta-feira (02)
O requerimento para a quebra do sigilo bancário foi apresentado pelo relator da comissão, deputado Alexandre Knoploch (PL).
Depois, os demais integrantes do colegiado aprovaram a medida.
Na instalação da CPI, realizada na semana passada, os deputados já tinham aprovado a convocação de Bernardo Rossi, do ex-secretário de Obras Uruan Cintra, do ex-presidente do Inea Renato Jordão Bussiere e do atual secretário estadual de Obras, Raul Fanzeres, para prestar esclarecimentos ao colegiado.
Convocações já haviam sido aprovadas e foco segue na resposta ao desastre de 2022
Com a quebra do sigilo bancário aprovada, as apurações passam a buscar informações sobre recursos relacionados às ações de resposta ao evento que atingiu Petrópolis em fevereiro de 2022.
A CPI também já tratou da convocação de outros nomes para falar com o colegiado na semana da instalação.
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