A procissão de Santo Antônio acontece todo ano em 13 de junho e sai da igreja para percorrer ruas da cidade. O relato traz o ponto de vista do próprio santo sobre o trajeto, os carregadores e a volta para o nicho.
Procissão anual de Santo Antônio mobiliza a cidade no dia do padroeiro
A caminhada do andor começa a andar e marca o começo do dia dedicado ao padroeiro. O texto diz que, para a maioria da população, o dia vira um dia santo.
Ao longo do tempo, os padres mudam e as pessoas que ajudam também mudam. Mesmo assim, o horário da procissão não muda no relato, e a saída segue marcada na mesma data: 13 de junho.
Andor balança e cortejo passa por ruas como a do Correio e a do Matadouro
O narrador descreve o balançar do andor durante a procissão. Ele menciona que o andaime de madeira policromada fica mais exposto ao sol por estar no alto do andor.
O cortejo percorre a rua do Correio e entra na rua do Matadouro. No relato, as ruas ganham nomes de políticos falecidos, mas as pessoas continuam chamando pelo antigo uso.
O texto também conta que, em uma curva, os carregadores trocam o sexteto e quase derrubam o andor. A procissão segue até a avenida do Cinema, com a cena de rapazes e bar da praça do Comércio, e depois retorna à igreja.
Sinos anunciam o fim do cortejo e o santo espera a procissão do próximo dia 13 de junho
Próximo da igreja, os sinos tocam para avisar o fim da procissão em homenagem. O narrador diz que vai descansar e que as lembranças dos contratempos ficam para depois.
Ao apagar as luzes da igreja, ele afirma que dorme sonhando com a procissão do próximo dia 13 de junho. O relato termina com a ideia de voltar ao nicho e rezar ao final do evento.
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