EUA e Irã assinaram um acordo preliminar para tentar pôr fim ao conflito no Oriente Médio, mas os ataques voltaram logo depois. Em meio à escalada, mísseis do Irã atingiram uma usina de dessalinização no Kuwait e bases na Jordânia e no Bahrein.
Acordo preliminar dura pouco e Ormuz vira ponto de novo ataque
Depois de uma semana do acordo entre Estados Unidos e Irã, um drone iraniano atingiu um navio que seguia pelo Estreito de Ormuz. O trecho é descrito como uma artéria estratégica, por onde passa um quinto do petróleo consumido no planeta.
Não houve vítimas nem grandes danos, mas os americanos reagiram. A sequência de ataques reacendeu o temor de uma guerra maior no Oriente Médio.
Mísseis iranianos atingem Kuwait, Jordânia e Bahrein na terça-feira 21
Na terça-feira 21, mísseis da nação persa acertaram uma usina de dessalinização de água no Kuwait. O texto também cita ataques a bases militares na Jordânia e no Bahrein.
O presidente Donald Trump declarou que “a campanha não terminou de jeito nenhum”. Ele também avisou que um complexo nuclear do oponente pode ser o próximo alvo.
O artigo diz ainda que os movimentos na região lembram outras guerras que se esticam, como as citadas em Gaza e na Ucrânia. James Jeffrey, do think tank Washington Institute, aparece na matéria ao falar que cada lado busca “constantemente um pouco mais”.
Zona de tensão se espalha e Trump promete ações contra usinas de energia
O texto relata que, nos últimos dias, os rebeldes hutis do Iêmen entraram em cena, com bloqueio marítimo à Arábia Saudita e ameaça ao estreito de Bab el-Mandeb. Na quinta-feira 23, dois petroleiros foram atingidos ali.
Mesmo com sinais de diálogo entre Washington e Teerã, a matéria cita a promessa de Trump: “Vamos destruir todas as usinas de energia deles”. A cobrança e o pedágio do controle de Ormuz também aparecem como um ponto em disputa na versão apresentada.
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