O funeral de Ali Khamenei começou ontem e deve durar seis dias, com cortejo fúnebre passando pelo Iraque. A cerimônia do regime iraniano acontece após sucessivos bombardeios israelenses que mataram o líder nos primeiros minutos da guerra aérea de fevereiro.
Enterro de Khamenei no centro xiita mira apoio e força do regime
O regime iraniano planeja usar as cerimônias fúnebres para mostrar força e apoio popular.
O cortejo deve passar por outro país, o Iraque, que aparece como um importante centro da religião xiita.
Dez milhões nas ruas em 1989 e expectativa por Mojtaba no enterro
Na morte do aiatolá Khomeini, em 1989, a história registra menções de dez milhões de pessoas nas ruas, com luto diante do caixão.
As cerimônias de agora seguem a mesma linha religiosa xiita, com manifestações aceitas e incentivadas no ramo. O regime também mira atenção para a presença do filho do líder, Mojtaba, já que, no bombardeio de fevereiro, ele sofreu ferimentos e não aparece em público desde então.
A mulher de Ali Khamenei morreu e foi sepultada na quarta-feira.
Trégua, críticas no Irã e alerta para novas cenas de multidão
O enterro acontece quando o país segue em guerra com os Estados Unidos e Israel, sem defesas aéreas nem aviões que impeçam incursão estrangeira.
O texto aponta críticas a figuras como o presidente e o ministro das Relações Exteriores, e diz que o funeral deve virar espaço para as alas do regime mostrarem força.
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