Governo avalia criar a TERRABRAZ para monopólio de minerais de terras raras; texto defende gestão com outra política

O governo propõe criar a TERRABRAZ, uma empresa estatal para ter monopólio sobre Minerais de Terras Raras. Um texto publicado levanta a crítica e defende outra forma de organizar a gestão desses recursos no país.

Proposta da TERRABRAZ acende discussão sobre estatização na exploração mineral

O texto diz que lideranças políticas estariam tratando do tema de minerais críticos e estratégicos com propostas ligadas a erros do passado.

O autor afirma que, em vez de retomar a ideia de estatizar a exploração de recursos minerais, o governo pode montar uma estratégia de gestão com foco em mais chances de dar certo.

Medidas citadas no texto: separar minerais críticos e estratégicos e atualizar listas

O texto pede diferenciar minerais críticos, usados nas cadeias produtivas domésticas, e minerais estratégicos, para os quais o Brasil teria condições de produzir com mais competitividade para abastecer cadeias globais.

Ele também sugere criar uma metodologia para definir e atualizar permanentemente as listas desses minerais.

O texto ainda menciona o BNDES/BNDESPar e fundos previdenciários para apoiar projetos com risco na fase de exploração, e não só em lavra e produção.

Além de fomento, o texto fala em reduzir o Custo Brasil para investir e produzir

O autor diz que faltam políticas públicas integradas para reduzir o chamado “Custo Brasil”, citando tributação, custos de energia e infraestrutura logística, além de ineficiência legal-burocrática.

O texto também relata um contraste de investimentos: fundos de pensão ligados a sindicatos de professores e pessoas físicas teriam participação em empresas e projetos no Brasil, enquanto fundos de grandes estatais teriam investido em títulos do Governo da Venezuela ou do Banco Master.

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