O Ibovespa voltou a fechar em alta e renovou recorde, desta vez acima de 195 mil pontos, puxado por Petrobras e pelo otimismo em torno de negociações no Oriente Médio. O índice fechou aos 195.129 pontos, depois de atingir 195.513 pontos na máxima intradia.
Recorde no Ibovespa acompanha expectativa de trégua e reação a dados dos EUA
O avanço do índice veio com apetite maior ao risco no mercado global.
Os investidores atribuíram parte desse movimento às expectativas de avanços diplomáticos nas negociações de trégua entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Nos Estados Unidos, os principais sinais vieram com dados de inflação e crescimento econômico em linha com as projeções do mercado. Isso reduziu incertezas sobre a política monetária global.
Petrobras sobe 2,77%, petróleo Brent fecha a US$ 95,92 e B3 registra R$ 37,3 bi
No pregão, as ações da Petrobras avançaram 2,77%, recuperando cerca de R$ 20 bilhões em valor de mercado.
O desempenho acompanhou a valorização do petróleo Brent, que fechou em US$ 95,92 por barril, com alta de 1,23%.
Na B3, o volume total negociado somou R$ 37.295.042.280, em 4.056.639 negócios. A Vale ficou entre as poucas quedas do índice, em dia de ajuste no setor de mineração.
Guilherme Mello diz que ajustes fiscais seguem em 2026, e mercado aguarda o desenrolar do cenário
As atenções no Brasil também foram para declarações do secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Guilherme Mello.
Em entrevista, ele afirmou que o governo federal vai manter a agenda de ajustes fiscais ao longo de 2026, mesmo com eleições no ano. Ele disse que a gestão seguirá focada em medidas de aprimoramento de receitas e despesas.
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