Ibovespa fecha o pregão aos 168.619 pontos com pressão de Vale e bancos

O Ibovespa fechou o último pregão em queda, aos 168.619 pontos. A sessão teve pressão de ações da Vale e dos principais bancos.

Queda acompanha saída de estrangeiros e alta dos juros futuros

O recuo veio com continuidade da saída de recursos estrangeiros. O fluxo negativo foi de aproximadamente R$ 2 bilhões no mês.

A alta dos juros futuros também pressionou ações ligadas ao consumo. As varejistas ficaram entre as maiores baixas.

Vale, bancos e varejo puxam o desempenho; pesquisa da Genial/Quaest entra no radar

Enquanto o mercado reagia à saída de recursos estrangeiros, os investidores também olharam para o resultado da pesquisa presidencial da Genial/Quaest. O levantamento mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentando a vantagem sobre Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.

No fechamento, Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3F) avançou +18,18%. Usinas Siderurgicas de Minas Gerais SA-Usiminas Conv Pfd B (USIM6) subiu +17,39%.

Entre as quedas, Banco da Amazonia S.A. (BAZA3F) recuou −15,11%. Ampla Energia e Servicos SA (CBEE3F) caiu −12,68%.

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.100.647.469, em meio a 3.352.692 negócios.

Ibovespa define rodada com 3.352.692 negócios e volume de R$ 26,1 bilhões

O índice encerrou a sessão aos 168.619 pontos. A próxima movimentação do mercado segue ligada ao fluxo estrangeiro e ao nível dos juros futuros.

Para acompanhar as cotações, os dados podem ser consultados no site da B3.

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