Lula ganhou força no Brasil e Donald Trump perdeu fôlego após eleições nos dois países. A negociação sobre o tarifaço que atinge exportações brasileiras segue sem decisão, e isso mexe com a relação entre os governos agora.
Lula se fortalece e Trump perde maioria no Congresso dos EUA
Lula conquistou a reeleição após uma virada destacada e resistiu a uma onda de vitórias da direita na América do Sul.
Nos Estados Unidos, Trump sofreu uma derrota nas eleições de meio de mandato. Os Republicanos perderam a maioria na Câmara e no Senado, e os Democratas passaram a dominar as duas Casas do Congresso.
Tarifas continuam na pauta: equipe de Trump ignorou argumentos de Lula
A principal dúvida agora é como Trump vai reagir ao resultado das urnas. Essa reação interessa ao Brasil por causa de uma agenda com temas ligados aos Estados Unidos.
O ponto mais citado envolve os tarifaços impostos pelo governo americano às exportações brasileiras. A gestão Lula apresentou argumentos técnicos para tentar derrubar as sobretaxas, mas a equipe de Trump ignorou o tema até agora.
Em parceria com companhias americanas, empresas brasileiras conseguiram livrar alguns produtos e setores do tarifaço, mas o impacto bilionário continua tensionando a relação diplomática. Em 2024, o Brasil exportou 40,36 bilhões de dólares para os Estados Unidos. Em 2025, quando o primeiro dos tarifaços foi imposto, o valor caiu para 37,68 bilhões de dólares.
Encontro em setembro pode destravar, mas não há garantia de reunião
Ainda não há sinal de recuo no tarifaço. O texto aponta que não existe certeza nem mesmo sobre uma reunião entre as equipes técnicas dos dois países, prevista para este mês.
Lula e Trump mantêm uma relação com idas e vindas, com declarações amistosas e embates verbais. As divergências citadas incluem exploração de minerais críticos, regulação das big techs e pretensões hegemônicas dos EUA na Ameríca Latina.
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