Alexandre de Moraes, do STF, mandou o Exército destruir as armas do ex-presidente Jair Bolsonaro apreendidas pela Polícia Federal. A única exceção é uma pistola Glock, que ficará preservada por estar ligada a uma investigação.
Decisão do STF manda Exército destruir armamentos apreendidos
Nesta terça-feira, 1°, Moraes determinou que o Exército destrua os armamentos apreendidos. Segundo a decisão, a medida segue a cassação do registro de CAC do ex-presidente e a ordem de apreensão de todas as armas registradas em nome dele.
Antes de tomar a decisão, o ministro ouviu a Procuradoria-Geral da República (PGR). A PGR opinou a favor da destruição dos armamentos apreendidos.
Lista inclui pistolas, carabina, fuzil e espingardas com numeração e calibres
Os armamentos de Bolsonaro estão hoje em posse da Polícia Federal. Uma espingarda também foi encontrada no Rio Grande do Sul, em posse de um terceiro que entregou espontaneamente o bem.
A decisão lista 7 armas que serão destruídas pelo Exército, com número de série, calibre e registros SIGMA. Entre elas, aparecem pistolas Forjas Taurus, carabina/fuzil Springfield Armory, espingarda Typhoon e pistolas SIG Sauer e Arex, além de uma espingarda Maestro Arms Company.
Glock fica preservada por ter uso em investigação em aberto
A Glock que será preservada foi apreendida com um segurança de Bolsonaro em Taguatinga. O ministro citou que a pistola ainda é objeto de uma investigação e, por isso, não pode ser destruída.
Segundo o texto da decisão, a determinação de destruição não alcança essa Glock. O destino definitivo dela deve ser decidido depois da conclusão das investigações, com comunicação sobre esse andamento.
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