Novo exige compromisso com impeachment no STF e pré-candidatos ao Senado reforçam discurso

Partidos e pré-candidatos ao Senado passaram a tratar o impeachment de ministros do STF como tema central da campanha de 2026. A mudança mexe com a estratégia eleitoral em meio a cobranças públicas e discursos contra o Judiciário.

Debate sobre segurança, inflação e corrupção ganha nova pauta com STF na eleição de 2026

Os partidos dizem que querem identificar as demandas do eleitorado e apresentar propostas até outubro. Em meio aos temas de segurança, carestia, corrupção e saúde, uma nova questão passou a entrar no foco: o Supremo Tribunal Federal (STF).

Levantamentos citados no texto mostram que eleitores que se preocupam com segurança, inflação, corrupção e saúde também consideram importante votar em alguém comprometido com o impeachment de ministros do STF. O cenário é usado por partidos para ajustar discursos e plataformas.

Novo publica diretrizes para 2026 e PL elege força com base em listas ligadas ao presidente Bolsonaro

Na quarta-feira 8, o Novo publicou as diretrizes para escolher os candidatos às eleições de 2026. O partido exige compromisso explícito de defender o impeachment de ministros do STF.

O texto cita Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, e lembra as pré-candidaturas de Marcel van Hattem (RS), Ricardo Salles (SP) e Deltan Dallagnol (PR). Segundo a matéria, os três já firmaram o compromisso.

O PL não traz diretrizes formais sobre o tema e, segundo o texto, os candidatos ao Senado são escolhidos por Jair Bolsonaro, com uma lista com mais de trinta postulantes. A matéria aponta Michelle Bolsonaro e Bia Kicis entre as pré-candidatas em Brasília e cita Carlos Bolsonaro e Caroline De Toni em Santa Catarina.

Cobranças públicas e pedidos de impeachment miram Alexandre de Moraes após o caso Master

A matéria diz que há pelo menos cinquenta pré-candidatos a senador com discursos contra o STF. Ela também registra que há cerca de cinquenta pedidos de impeachment no Senado apenas contra Alexandre de Moraes.

No fim do texto, o caso do Master aparece como base da crise de imagem citada. O Banco Central liquidou o Master após operações fraudulentas que geraram um rombo superior a 50 bilhões de reais.

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