O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, com ressalvas, as contas do presidente Lula referentes ao ano de 2025. O ministro Odair Cunha participou da sessão e defendeu o governo durante o voto.
Primeira votação de repercussão com Odair Cunha no TCU
A votação contou com a participação do ministro petista Odair Cunha. Ele chegou ao TCU em vaga de indicação da Câmara dos Deputados.
Na sessão, Cunha assinou o parecer do relator Benjamin Zymler junto com os demais colegas.
Relator cita receitas superestimadas, rombos e gastos fora da meta fiscal
Benjamin Zymler apontou problemas como a superestimação de receitas por parte da União. Ele também citou rombos bilionários de estatais e gastos que não entram no cálculo da meta fiscal.
Durante a leitura do voto, Cunha disse que acompanha a preocupação do relator com a sustentabilidade das finanças públicas. Ele afirmou que “Não há política pública duradoura sem controle fiscal.”
Depois, Cunha pediu que o TCU reconhecesse “avanços” do governo, como o crescimento do PIB de 2,3% no ano passado. Ele também citou taxa de desocupação de 5,1%, cerca de 1,3 milhão de vagas formais e expansão da massa salarial de mais de 5% em termos reais.
Cunha defende orçamento para direitos e relaciona ação no TCU a acordo com Hugo Motta
Odair Cunha afirmou que “O Orçamento não é um mero documento contábil”. Ele disse que o orçamento deve servir a quem mais precisa do Estado.
O texto também liga a defesa do governo Lula no TCU a um acordo do Partido dos Trabalhadores com Hugo Motta (Republicanos-PB) sobre a indicação de Cunha. O acordo ocorreu em troca do apoio ao paraibano para a presidência da Câmara.
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