Omã se aproxima do Irã para discutir cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz

Omã discutiu uma tarifa para cobrar pedágio de petroleiros no Estreito de Ormuz em parceria com o Irã. A mudança pode atingir países que dependem do gás e do petróleo que passam pelo gargalo marítimo.

Próxima cobrança em Ormuz ameaça equilíbrio energético e redesenha alianças

O texto liga a aproximação entre Omã e Irã a uma possível reação dos Estados Unidos. Ele aponta que qualquer alteração no equilíbrio energético pode afetar o mundo inteiro.

O artigo também cita que aliados do Golfo acompanharam os desenvolvimentos e passaram a movimentar suas próprias peças.

Haitham bin Tariq propõe tarifa “voluntária” e Donald Trump mira reabertura de Ormuz

O sultão de Omã, Haitham bin Tariq, teria proposto uma tarifa “voluntária”. O Irã estaria forçando um acordo e quer criar uma nova fonte de renda e um instrumento de poder.

O texto afirma que Donald Trump busca, com concessões feitas ao Irã no acordo provisório que interrompeu as hostilidades, proclamar a reabertura de Ormuz para o mundo. O regime iraniano, no relato, quer o oposto.

O artigo cita ainda a Assembleia dos Especialistas, com um documento assinado por 67 dos 88 integrantes da cúpula da religião xiita. No texto, o documento conclama ao assassinato de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu, e o principal alvo descrito é o presidente Masoud Pezeshkian e membros do governo defensores das negociações.

Com lados em disputa, cobrança de pedágio vira ponto de atenção na região

O artigo coloca a questão de “de que lado ficarão” figuras como Haitham bin Tariq. Ele relaciona a decisão ao papel estratégico de Omã sobre Ormuz e ao interesse em cobrar pedágio no trânsito de petroleiros.

O texto afirma que a resistência do regime iraniano estaria insuflando uma ala ultrarradical que quer sabotar entendimentos com os Estados Unidos.

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