O argentino Fernando Cerimedo foi preso na Bolívia e é acusado de contratar pistoleiros para matar a ativista Nadia Beller. A acusação liga o caso a conexões políticas ligadas a episódios do golpe de Bolsonaro em 2022.
Prisões na Bolívia expõem rede citada como serviço para grupos de extrema direita
Segundo o texto, Cerimedo aparece como prestador de serviços para grupos de extrema direita no Brasil, Argentina, Chile, Bolívia e Honduras.
O artigo diz que ele ganha dinheiro na montagem e operação de tramas de desinformação em períodos eleitorais, com difusão em plataformas citadas nos Estados Unidos e na Europa para “amplificar narrativas” por meio de influencers.
Acusação envolve a morte de Nadia Beller e uma tentativa de golpe ligada a 2022
Nadia Beller, ativista do Movimento ao Socialismo (MAS), estava no hospital quando seu namorado Fernando Cerimedo foi preso no aeroporto, em aparente fuga.
O texto afirma que Cerimedo, 45 anos, foi acusado de contratar a dupla de pistoleiros para matá-la. A polícia diz que balas calibre 9 milímetros foram extraídas do pescoço, tórax e braço direito da vítima.
O artigo também informa que Cerimedo é procurado pela polícia brasileira por participação na frustrada tentativa de golpe de Estado liderada por Jair Bolsonaro na primavera de 2022.
Transmissão ao vivo em 4 de novembro e impacto nos próximos desdobramentos
Na sexta-feira 4 de novembro, dias depois de confirmada a derrota de Jair Bolsonaro na reeleição, Cerimedo fez uma transmissão ao vivo em redes sociais para exibir um “estudo” sobre como “o Brasil foi roubado”.
O texto diz que, com a prisão na Bolívia, Cerimedo não vai poder mais ajudar como “homem das sombras”.
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