Apoyadores de Flávio Bolsonaro querem usar repasse de dinheiro ligado a Marco Aurélio Santana, apelidado de “Marcola”, para tentar vincular o presidente Lula e o PT ao PCC. A estratégia parte da coincidência de apelidos entre Santana e Marcos Willians Herbas Camacho, apontado como líder do Primeiro Comando da Capital.
Coincidência de apelidos entre “Marcola” de Lula e líder do PCC vira arma na campanha
O grupo que apoia o senador Flávio Bolsonaro tenta explorar a semelhança entre os apelidos do ex-chefe de gabinete do presidente Lula e de Marcos Willians Herbas Camacho.
Marco Aurélio Santana aparece no debate com o mesmo apelido usado por Camacho, que as autoridades tratam como líder máximo do PCC.
Roberta Luchinger emprestou R$ 249.000 a Marco Aurélio Santana, diz ex-chefe de gabinete
O caso envolve o repasse feito pela empresária Roberta Luchinger, amiga de Lulinha, filho do Presidente da República, ao ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana, chamado de “Marcola”.
Marco Aurélio Santana diz ter recebido um empréstimo de 249.000 reais de Roberta Luchinger. O texto também cita que Roberta Luchinger tinha negócios com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador de um escândalo ligado a aposentadorias.
Deputado federal Marco Feliciano escreveu nas redes sociais que “Marcola, não o do PCC (será?)” teria “emprestou” 250 mil reais para “ele”.
Flávio Bolsonaro usa tema de facções e cita fala sobre “chefe do PCC”
O artigo diz que a intensificação do combate às facções faz parte da plataforma de Flávio Bolsonaro na corrida ao Planalto.
Também aparece no texto que, em maio deste ano, dois dias depois de Flávio Bolsonaro se reunir com Marco Rubio, os EUA classificaram PCC e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em seguida, no mês seguinte, Flávio Bolsonaro afirmou que Lula “parece o chefe do PCC”.
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