O papa Leão XIV contestou uma justificativa religiosa ligada a uma operação no Irã e disse que Jesus “não ouve as preces dos que travam guerra”. A fala coloca em foco o secretário de Defesa Pete Hegseth e o debate sobre como tratar a guerra em meio a ameaças ao Israel.
Leão XIV critica guerra no Irã e diz que Jesus não ouve pedidos de quem ataca
O papa Leão XIV respondeu à forma como a guerra no Irã foi defendida, com foco na ideia de rezas e em quem dá as ordens.
Na interpretação citada no texto, o papa contesta a linha que usa argumento religioso para sustentar a operação, mencionando a frase atribuída a Jesus.
Timothy Broglio diz que atacar o Irã neutraliza ameaça antes de concretizar e pede “menor dano possível”
O arcebispo católico para as forças armadas, dom Timothy Broglio, afirmou que atacar o Irã equivaleu a neutralizar “uma ameaça antes que ela fosse realmente concretizada”. Ele orientou os militares católicos a “fazer o menor dano possível”.
O texto também traz uma referência a uma discussão sobre guerra preventiva e menciona princípios ligados a São Tomás de Aquino, além de citar uma passagem do salmo 18:37-42 com imagens de perseguição e destruição de inimigos.
Hegseth usa Jesus nas falas, e o texto cita mensagens de Trump e o confronto com o Irã
O artigo diz que Pete Hegseth invocou o nome de Jesus usando sua bíblia, com cruz de Jerusalém na capa, e que o secretário pediu orações “de joelhos” pela vitória “em nome de Jesus Cristo”.
O texto também menciona mensagens de Trump com a expressão “louvado seja Alá” e faz referência ao resgate do segundo tripulante do caça americano derrubado no Irã.
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