Praça Onze Maravilha mira união entre Executivo e Legislativo para política pública do Rio

O vereador Átila Nunes defende o projeto Praça Onze Maravilha como uma política pública da cidade do Rio, com foco em moradia, mobilidade, emprego e oportunidades. Ele diz que mudanças grandes só avançam com trabalho conjunto entre Executivo e Legislativo.

Praça Onze Maravilha é defendido como política pública que atravessa mandatos

Átila Nunes afirma que o projeto não é de uma gestão nem de um prefeito.

Ele destaca que projetos desse tamanho levam tempo, passam por mandatos e seguem mesmo com eleições.

Reviver Centro é citado como exemplo de aprovação com participação da Câmara

O texto lembra a aprovação do Reviver Centro, com a ideia de adaptar o Centro do Rio a uma nova realidade.

Segundo o artigo, a região deixou de ser só comercial e passou a pedir vocação residencial, cultural e de convivência, o que levou à criação de uma nova dinâmica com mais moradores e ocupação permanente.

O Praça Onze Maravilha segue a mesma linha, ao unir melhorias urbanas, moradia e cultura, recuperar áreas pouco aproveitadas e usar recursos privados sem comprometer a capacidade de investimento da Prefeitura.

Debate deve ficar acima de governo e oposição para dar continuidade ao projeto

Átila Nunes defende que o debate sobre o Praça Onze Maravilha passe pela continuidade e pelo diálogo no processo democrático.

O texto também diz que recuperar áreas e valorizar uma região histórica pode movimentar a economia e atrair moradores.

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