A 3ª edição do Prêmio Municípios Mineradores aconteceu no dia 18 de maio, no auditório do Ministério de Minas e Energia (MME), em Brasília. O evento reconheceu prefeituras por governança pública e pelo uso dos recursos vindos da mineração.
Premiação liga gestão municipal a serviços como saúde e saneamento
O prêmio, idealizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e feito em parceria com a Agenda Pública e o Ministério de Minas e Energia (MME), trouxe este ano o tema “Minerando Futuros”.
Segundo Sergio Andrade, diretor-executivo da Agenda Pública, o prêmio analisa como os gestores administram recursos da mineração. Ele disse que não basta explorar, e que a mineração precisa virar base para educação, saúde, saneamento básico e outros serviços.
Evento teve Ana Paula Bittencourt e citou receitas do setor mineral acima de R$ 250 bilhões
A abertura contou com a participação da Secretária Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Ana Paula Bittencourt, que falou sobre o potencial da mineração no Brasil.
De acordo com o MME, as receitas do setor mineral superam anualmente R$ 250 bilhões, excluindo petróleo e gás. A cerimônia ocorreu junto com a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, conhecida como Marcha dos Prefeitos, e durante discussões sobre identificação e exploração de terras raras.
Na edição 2026, oito municípios foram reconhecidos nas oito categorias: saúde, educação, proteção social, meio ambiente, finanças públicas, infraestrutura, desenvolvimento econômico e gestão. Entre eles estão Alvorada de Minas (MG) na saúde e Nova Lima (MG) em desenvolvimento econômico.
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