O PT vai escalar Pedro Rousseff, vereador de Belo Horizonte, para coordenar a estratégia do partido nas redes sociais durante a campanha. A missão dele envolve alinhar conteúdos com as páginas do partido e organizar ações contra a oposição, enquanto a pré-campanha de Flávio Bolsonaro prepara um núcleo para monitorar publicações.
Disputa nas redes cresce com campanhas apostando em ações coordenadas no WhatsApp
O PT comemorou resultados em ações digitais que ganham força nos últimos dias.
Com um trabalho voltado para redes e grupos de mensagens, a sigla tenta ajustar a disputa em um território ainda dominado pela oposição.
Pedro Rousseff criou grupo “guerrilha” e teve experiências usadas como modelo
Rousseff afirma que foi escalado para atuar nas redes como “soldado de frente”.
Ele diz que criou um grupo de WhatsApp com mais de 400 influenciadores para difundir conteúdos e repassar orientações, batizado de “guerrilha”.
No caso Master, a Palver, empresa que monitora mais de 100 000 grupos de WhatsApp e Telegram em tempo real, apontou que 62% das mensagens sobre a relação do senador com o Master foram de críticas a Flávio Bolsonaro.
Do lado do PL, Flávio Bolsonaro monta bunker em São Paulo com equipe para contra-ataque
A pré-campanha de Flávio Bolsonaro prepara um bunker para centralizar ações virtuais do PL, com base em São Paulo e participação de doze pessoas.
O PL quer ter Nikolas Ferreira como inspirador do grupo e diz que a equipe vai monitorar mensagens dos adversários e, se necessário, iniciar o contra-ataque.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.