O senador Rogério Marinho (PL-RN) acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) por suposta pedalada fiscal na gestão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Ele pede auditoria sobre atos do INSS, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e da Dataprev.
Pedido ao TCU mira mudanças no BPC e entra na disputa política pela Presidência
Rogério Marinho coordena a pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.
Na mesma atuação, ele tenta desgastar o Palácio do Planalto com medidas e proposições.
Suspensão de rotina no INSS é citada; fila chega a 740 mil processos
Marinho afirma que o INSS desligou administrativamente a rotina automática de concessão do BPC em 26 de junho de 2025.
Ele diz que a situação teria durado por cerca de seis meses e que isso levou a “represamento de requerimentos”. A fila específica do benefício teria saltado para 740 mil processos pendentes.
Marinho também relata pedido para investigar um ofício do MDS que solicitaram o envio dos pagamentos para janeiro de 2026.
TCU deve auditar gestão, preservar documentos e checar possíveis irregularidades
Entre os pedidos apresentados, Marinho pede auditoria operacional e de conformidade na gestão do BPC.
Ele solicita apuração da regularidade das decisões administrativas que interromperam as concessões, a preservação dos documentos de junho de 2025 a dezembro de 2025 e a investigação de eventual responsabilidade de agentes públicos envolvidos.
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