O empresário Paulo Marinho, primeiro suplente do senador Flávio Bolsonaro, se solidarizou com a saída do parlamentar para os Estados Unidos. Ele afirmou que não vai se movimentar para tentar assumir a cadeira no Senado.
Suplente diz que vai manter distância e não articula para assumir o mandato
Paulo Marinho declarou que entende as razões de Flávio Bolsonaro para deixar o país. Ele citou a perseguição que o senador enfrenta no Brasil.
Mesmo assim, Marinho disse que não tem expectativa de assumir o lugar de Flávio no Senado. Ele também afirmou que não fará articulação para isso.
Paulo Marinho afirma que Casa pode ficar com um parlamentar a menos até 31 de janeiro
Flávio Bolsonaro saiu do Brasil logo após perder a eleição para o presidente Lula no segundo turno. Marinho é ligado ao Republicanos-RJ e atua como primeiro suplente do senador (PL-RJ).
Segundo Marinho, o Senado deve ficar com um parlamentar a menos até 31 de janeiro, quando termina o mandato.
O texto informa que a mudança de país não tira o cargo automaticamente. Flávio só perde o mandato se faltar a um terço das sessões. Mesmo fora do país, ele pode pedir licença do cargo por até quatro meses.
Salário segue e caso de cassação depende de processo no Senado
O artigo diz que Flávio deve continuar recebendo o salário mensal de 46,3 mil reais. Na página oficial do Senado, o nome dele aparece como “senador em atividade”.
O texto também aponta que cassação poderia ocorrer em caso de ferir decoro parlamentar ou de ter condenação transitada. Para isso, o Senado teria de abrir processo se a denúncia chegasse ao Conselho de Ética, com voto de pelo menos 41 dos 81 senadores.
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