Ibovespa fecha o pregão aos 168.619 pontos com pressão de Vale e bancos
Ibovespa fecha aos 168.619 pontos com pressão de Vale e bancos. Fluxo negativo de cerca de R$ 2 bi e juros futuros afetam varejo.
Ibovespa fecha aos 168.619 pontos com pressão de Vale e bancos. Fluxo negativo de cerca de R$ 2 bi e juros futuros afetam varejo.
Dólar fechou a última sessão a R$ 5,16, maior patamar em dois meses. Euro terminou por volta de R$ 5,96.
Ibovespa fecha o último pregão em 169.019 pontos. Volume passa de R$ 26 bilhões e ações como BDLL3 e RVEE3 puxam o dia.
Ibovespa fechou o último pregão em queda aos 181.908 pontos, menor nível desde 27 de março. Alta das petrolíferas não segurou o índice.
Ibovespa fechou aos 184.108 pontos na última sessão. Volume na B3 somou R$ 33.185.051.015 em 4.062.718 negócios.
Ibovespa recua 0,92% e fecha aos 185.600 pontos. No Brasil, pressão nos juros futuros também influenciou o resultado.
Dólar comercial fechou em queda de 0,19% frente ao real, a R$ 4,98. Trégua de 10 dias e Ormuz reaberto mexeram com petróleo e juros.