O governo de Donald Trump anunciou nesta segunda-feira, 18, uma nova rodada de sanções contra integrantes da cúpula política e militar de Cuba. A medida amplia a pressão sobre o regime comunista da ilha em meio ao piora das relações entre Washington e Havana.
Sanções atingem cúpula política e militar de Cuba e também a inteligência
As novas punições foram divulgadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.
A lista inclui autoridades do alto escalão e a Diretoria de Inteligência de Cuba (DI), citada como o principal órgão de espionagem do regime.
Nomes sancionados incluem ministra das Comunicações e presidente da Assembleia Nacional
Ao todo, nove autoridades cubanas foram atingidas. Entre elas está a ministra das Comunicações, Mayra Arevich Marín.
Também entraram na lista Juan Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional de Cuba e integrante histórico do Partido Comunista, e Roberto Tomás Morales Ojeda, apontado como um dos principais dirigentes do regime.
O general Joaquín Quintas Solá, vice-ministro das Forças Armadas Revolucionárias, também aparece entre os sancionados.
Declarações de Díaz-Canel seguem após acusações sobre drones e bloqueio nos EUA
Mais cedo, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel disse que qualquer agressão militar americana causaria um “banho de sangue” e teria consequências “incalculáveis” para a estabilidade regional.
As falas ocorreram depois de uma reportagem do site Axios dizer que Cuba teria adquirido mais de 300 drones militares da Rússia e do Irã e que planejaria usá-los em ataques contra alvos ligados aos Estados Unidos. O governo cubano negou as acusações e afirmou que a ilha “não representa uma ameaça” aos EUA.
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