Em 21 de abril de 2016, uma ressaca derrubou parte da Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, no Rio de Janeiro, e matou duas pessoas. O incidente também expôs falhas na estrutura da obra.
Queda da Ciclovia Tim Maia liga mar, concreto e disputa por memória
O texto diz que, por muito tempo, a escola contou a chegada europeia como um encontro entre caravelas portuguesas e um território vazio. Hoje, a publicação afirma que existiam povos, línguas, culturas, cosmologias e nações antes da chegada europeia.
A matéria relaciona a ciclovia ao cenário de construção e fragilidade. Ela destaca que a estrutura cedeu quando o oceano se levantou.
Ressaca derruba obra na Avenida Niemeyer e relembra ciclos históricos no Atlântico
A publicação informa que a ressaca derrubou parte da Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, e que duas pessoas morreram. Ela cita o período como “exatos dez anos e um dia” do 22 de abril.
O texto também menciona que o mesmo Atlântico que levou portugueses, franceses e holandeses trouxe milhões de africanos arrancados de suas terras e transformados em mercadoria humana. A matéria ainda fala de ciclos econômicos, com enriquecimento de poucos e crateras sociais para muitos.
História familiar e viagens internas colocam o Brasil “à mesa”
A publicação traz relatos familiares para mostrar mistura entre origens. Ela diz que, no lado paterno, um avô era filho de descendente de mulher negra escravizada com italiano, e que a avó tinha mãe indígena e pai capataz português.
No lado materno, o texto cita um sobrenome de origem holandesa, Goes, que virou Van Goes. A matéria ainda aponta migrações internas, mudança para o Rio de Janeiro e vida ao pé do Morro da Mangueira.
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