Ricardo Couto passou a conduzir uma contenção no Proderj e no Rio Metrópole, com suspensão de editais e revisão de despesas. Mesmo com a mudança, Davi Perini Vermelho, o Didê, segue à frente do Rio Metrópole.
Contenção no governo do Rio atinge Proderj e Rio Metrópole
O Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio (Proderj) e o Instituto Rio Metrópole entraram em compasso de espera.
O Centro e o instituto reduziram o ritmo com novos processos represados, suspensão de editais e revisão interna de despesas consideradas estratégicas.
Revisão de contratos após operação da Polícia Federal e mudança de comando no Proderj
Na última quarta-feira (27), a cobertura em que mora o ex-governador, no condomínio Península, entrou no radar por pertencer a uma empresa controlada pelo advogado Mauro Farias.
Desde a chegada de Couto ao Palácio Guanabara, novos certames foram congelados, contratos passaram a ser reavaliados e liberações financeiras entraram no pente-fino da gestão.
No Proderj, Rodrigo Lopes Xavier deixou a presidência, e o secretário estadual de Transformação Digital, Fernando “Feu” Braga Martins, assumiu a estrutura de forma interina.
Didê permanece no Rio Metrópole e caixa vira prioridade na agenda de Couto
Mesmo com a contenção, Davi Perini Vermelho, mais conhecido como Didê, segue à frente do instituto.
Segundo interlocutores do Palácio Guanabara, o represamento mira revisar contratos de alto valor e preservar caixa para recomposição salarial de 11,5% e antecipação do 13º salário.
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