Planalto retira urgência, mas Câmara vai com pauta fraca e folga junina

O Planalto retirou a urgência constitucional do PL do fim da escala 6×1, mas a Câmara vai seguir com uma pauta “flopada” e pouca votação nos próximos dias. A decisão afeta o ritmo de análise de projetos no plenário.

Retirada de urgência não muda ritmo: Câmara trava votação com pauta “flopada”

O presidente da Câmara, Hugo Motta, e líderes partidários escolheram uma pauta “flopada” para esta semana. Eles não previram apreciar proposições relevantes.

Mesmo assim, medidas que seriam tratadas como importantes só entram em votação mais adiante. Há divergências sobre o parecer da relatora Tabata Amaral.

PL da Misoginia fica para depois e divergências seguem com Tabata Amaral

O PL da Misoginia, citado como uma das medidas que seriam consideradas importantes, vai para votação apenas mais adiante. O texto registra que ainda existem divergências em relação ao parecer da relatora Tabata Amaral.

Para a próxima semana, a expectativa é de corredores ainda mais vazios. Motta e líderes decidiram uma folga para que parlamentares fiquem em suas bases eleitorais por causa dos festejos juninos.

Retirada da urgência acontece nesta terça-feira e votação impactante fica fora das próximas semanas

Desde o início do mês, Hugo Motta pressionou o governo pela retirada da urgência que trancava a pauta do plenário. Ele buscava destravar a agenda.

O Planalto retirou a urgência nesta terça-feira. Mesmo com a mudança, a Câmara não votará nada impactante nas duas próximas semanas.

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