O pedido de intervenção federal na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ganhou numeração na Procuradoria-Geral da República (PGR). A PGR abriu investigação para checar se o caso deve virar pedido ao Supremo Tribunal Federal.
PGR vai verificar se representação pede providências ao STF sobre a Alerj
O procurador-geral, Paulo Gonet, abriu investigação depois que uma representação foi protocolada na semana passada.
A representação foi assinada pelo advogado Leandro Mello Frota.
Texto cita Ricardo Couto em exercício, e Frota liga casos ao funcionamento das instituições
A representação diz que o estado do Rio não tem condições de enfrentar a infiltração do crime na Alerj.
O texto também afirma que a situação ameaça o governador em exercício Ricardo Couto.
No documento, Frota afirma que a “captura” já denunciada por Couto teria comprometido o funcionamento das instituições estaduais.
Investigação inclui votos do STF e casos citados na representação
A representação menciona os votos de ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento que vai decidir como será a sucessão de Castro no Palácio Guanabara.
O advogado cita fatos como a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) e a busca e apreensão em endereços de Val Ceasa (PRD), além da prisão de Rodrigo Bacellar (União), TH Joias e Thiago Rangel.
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