Uma nova rodada de pesquisas coloca a Bahia no centro de uma disputa eleitoral com empates técnicos no primeiro e no segundo turno. O cenário ganha peso porque, se os números se confirmarem em outubro, a eleição pode ser decidida voto a voto.
Bahia concentra disputa com empate técnico e pode decidir a eleição voto a voto
A Bahia é o maior colégio eleitoral do Nordeste. No cenário descrito, os empates técnicos aparecem no primeiro turno e também no segundo turno.
O texto também coloca outros estados entre as disputas mais equilibradas entre os dez maiores colégios eleitorais. A ideia central é que os resultados ficam abertos e sem uma leitura única para os analistas.
RS, Pernambuco e Pará têm percentuais próximos e margens de erro de 2 a 3 pontos
No Rio Grande do Sul, o Paraná Pesquisas aponta Luciano Zucco com 34,2% e Juliana Brizola com 30,1%. A margem de erro é de 2,6 pontos e eles ficam empatados tecnicamente.
Em Pernambuco, a Genial/Quaest indica Raquel Lyra com 43% e João Campos com 37%. A margem de erro é de três pontos percentuais, e a mesma pesquisa mostra Raquel com 45% e Campos com 39% em eventual segundo turno.
No Pará, o Real Time Big Data informa Hana Ghassan com 31% e Daniel Santos com 29%. A margem de erro é de dois pontos, mantendo empate técnico no cenário citado.
Bahia tem Jerônimo Rodrigues com 42% e ACM Neto com 44%, com empate também no segundo turno
A Bahia ainda aparece com um contexto de força do PT. O texto diz que, com cinco mandatos do partido no estado, a hegemonia fica ameaçada por conta do empate técnico em todos os cenários e também por desvantagem numérica.
No levantamento citado, Jerônimo Rodrigues tem 42% e ACM Neto tem 44%. Em eventual segundo turno, Neto vai a 45% e Jerônimo a 44%.
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