Oposição aprova indicação para CCJ criar GT da reforma do Judiciário em 60 dias

A oposição conseguiu aprovar ontem na Comissão de Direitos Humanos do Senado uma indicação para que a CCJ crie um grupo de trabalho para debater reforma do Judiciário em até 60 dias. A abertura do GT depende de decisões na própria Casa e de apoio da Presidência do Senado neste momento.

Indicação na Comissão de Direitos Humanos abre caminho, mas Senado ainda precisa liberar GT

A proposta passa pela CCJ do Senado. O presidente da CCJ, Otto Alencar, define se o grupo de trabalho vai ser aberto.

Para isso acontecer, também entra a necessidade de boa vontade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O texto cita que Alcolumbre vive um bom momento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Otto Alencar comanda abertura do grupo e Damares Alves promete pressão por prazo de 60 dias

O cenário citado no texto envolve crise do STF e uso do tema por aliados de Flavio Bolsonaro. O grupo tenta ligar o clima na Corte à campanha em torno de Lula, segundo o artigo.

A senadora Damares Alves, que comanda a Comissão de Direitos Humanos, disse que vai pressionar Otto e Alcolumbre para o grupo sair do papel. Ela afirmou que quer “fazer pauleira, em 60 dias” e pediu que o texto siga na CCJ e depois receba urgência no plenário.

Damares afirma que quer texto na CCJ e pedido de urgência no plenário dentro de 60 dias

De acordo com a senadora, a ideia é aproveitar o momento para o GT trabalhar e produzir a proposta. Ela citou a sequência de aprovação na CCJ.

Damares também mencionou um pedido de urgência no plenário. O artigo mostra que o grupo de trabalho depende da abertura definida por Otto Alencar e da condução do Senado por Davi Alcolumbre.

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