A circulação de vírus respiratórios desacelera em grande parte do Brasil e o boletim InfoGripe indica queda nas hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O levantamento considera dados da Semana Epidemiológica 28, de 12 a 18 de julho.
Fiocruz vê redução em hospitalizações por SRAG, mas alerta para diferenças entre estados
O boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra queda nas hospitalizações por SRAG. A redução aparece especialmente nos casos ligados ao vírus sincicial respiratório (VSR) e às influenzas A e B.
Mesmo com o recuo no cenário nacional, alguns lugares ainda exigem atenção. Acre, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina seguem com níveis de risco ou alto risco para SRAG.
João Pessoa, Rio Branco e São Luís registram crescimento de casos de SRAG
Nas capitais, o monitoramento indica crescimento de casos de SRAG em João Pessoa, Rio Branco e São Luís. Outras cidades ficam em alerta, mas sem aumento consistente da tendência.
O boletim também destaca que a doença muda conforme faixa etária e região. As autoridades de saúde seguem com acompanhamento contínuo.
Vacinação em dia e cuidados preventivos continuam recomendados
Apesar da redução observada, a Fiocruz orienta a manter medidas de prevenção. A recomendação inclui vacinação em dia contra influenza, Covid-19 e, para gestantes, contra o VSR, com proteção aos recém-nascidos nos primeiros meses de vida.
Ao lado disso, o boletim cita higienização frequente das mãos, uso de máscaras em ambientes de saúde e isolamento de pessoas com sintomas respiratórios. Crianças de até dois anos seguem com maior incidência de SRAG, enquanto a mortalidade é mais alta entre pessoas com 65 anos ou mais, especialmente por influenza A.
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