Cabo Frio, na Região dos Lagos, decidiu ampliar o arsenal da Guarda Municipal sem recorrer às armas convencionais. Os agentes vão usar equipamentos de menor potencial letal após treinamento específico.
Cidade troca armas convencionais por equipamentos de menor potencial letal na Guarda Municipal
A medida entra no meio do debate sobre o papel e o armamento das guardas municipais na segurança pública. Segundo a cidade, as equipes receberão equipamentos pensados para reduzir danos em ocorrências.
Pistolas e lançadores com projéteis de impacto e munição com agente químico vão entrar no arsenal
O armamento inclui pistolas e lançadores que usam projéteis de impacto e munições com agente químico. Os equipamentos buscam ajudar na contenção de situações com menor potencial de dano.
Entre os recursos estão projéteis de impacto controlado, feitos de polímero, para interromper agressões e apoiar ações de resgate. O arsenal também tem munições de carga química, que liberam nuvem de agente lacrimogêneo e pimenta para provocar efeitos temporários durante a contenção e a atuação em campo.
Capacitação começa com fase de três dias e inclui preparação de 15 dias
Os guardas municipais passam por capacitação porque os equipamentos têm pó químico. A primeira fase dura três dias, com aprendizado sobre o funcionamento do armamento.
Depois, vem uma preparação de aproximadamente 15 dias. Mesmo com classificação de menor potencial letal, o treinamento é descrito como necessário para garantir uso correto, proporcional e seguro.
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