O governo chinês apresentou, no começo de um curso de desenvolvimento urbano, que entender a geografia do país vem antes de qualquer tecnologia. A mudança de foco saiu dos mapas e virou a base para discutir infraestrutura e mobilidade.
Primeira aula foca em mapas e explica por que a geografia manda no planejamento
Na primeira aula, o professor demorou a falar de tecnologia.
Ele projetou mapas, gráficos e imagens para mostrar que as cidades da China dependem de uma leitura do território.
País tem 9,6 milhões de quilômetros quadrados e exige integrar regiões distantes
A China ocupa cerca de 9,6 milhões de quilômetros quadrados e faz fronteira com 14 países.
O curso citou contrastes como o Planalto Qinghai-Tibet, chamado de “o teto do mundo”, e as planícies do litoral leste, onde ficam as maiores cidades.
Os professores ligaram essa escala ao fato de a infraestrutura ter ganhado status de política de Estado.
Depois disso, o curso entra em sensores, “Veículo-Via-Nuvem” e respostas em tempo real
Na segunda parte, os professores mostraram a digitalização da infraestrutura e uma mobilidade inteligente que faz a cidade “conversar”.
As aulas citaram sensores nas vias, câmeras, radares, semáforos inteligentes e o sistema “Veículo-Via-Nuvem”, com integração entre veículos, infraestrutura viária, redes de comunicação e centros de dados.
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