Eduardo Ribeiro critica decisão de Flávio Dino que recolocou Andrei Rodrigues na Polícia Federal

O presidente do Partido Novo, Eduardo Ribeiro, criticou a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ele ligou a medida à crise no Supremo Tribunal Federal e falou sobre os próximos passos do caso.

Ribeiro diz que decisão de Flávio Dino gerou reação no meio jurídico

Eduardo Ribeiro classificou a decisão do ministro Flávio Dino como “absolutamente teratológica”. Ele disse que a medida provocou perplexidade no meio jurídico.

Na entrevista ao programa VEJA em Foco, apresentado por Marcela Rahal, Ribeiro defendeu a decisão anterior do ministro André Mendonça. Ele disse que Mendonça determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do cargo da Polícia Federal.

Conflito de decisões no STF envolve PF e investigações ligadas ao tribunal

Ribeiro afirmou que André Mendonça tomou a decisão a partir de informações sobre a atuação de Andrei Rodrigues. Ele declarou que Andrei deveria ser investigado e que, por isso, não deveria ficar no cargo durante a apuração.

O dirigente do Novo citou que o relatório da Polícia Federal mencionado no programa é “absolutamente grave”. Ele também disse que o cargo de diretor-geral exige afastamento em caso de apuração por envolver investigações e instrumentos de inteligência.

Ribeiro disse que a decisão de Dino interferiu numa determinação de Mendonça e criou um conflito entre ministros do STF. Ele também afirmou que “O mundo jurídico ficou estupefato hoje com essa decisão do Flávio Dino, que recoloca o Andrei no cargo”.

Partido Novo defende arquivamento do inquérito das Fake News e mira Senado

Ribeiro apontou a próxima sessão do Supremo como um momento importante para definir os rumos dos casos. Ele disse que o partido quer que o inquérito das Fake News seja arquivado e afirmou que vai entrar com pedido para arquivar a investigação.

O presidente do Partido Novo também criticou o Senado. Ele disse que o presidente do Senado não pode ter “tanto poder assim para segurar decisões” diante dos pedidos de impeachment de ministros do STF.

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