Paris virou cena de sufoco com gente tentando alívio no Rio Sena e em áreas de banho. Na terça-feira 23, a França registrou 44,3 graus, e o calor já afetou trens e atrações.
Banhos no Sena e alerta de calorão em Paris
Cenas de moradores se banhando em trechos do Rio Sena e na fonte ao lado da Torre Eiffel marcaram a semana passada na capital francesa. As autoridades liberaram o uso das águas do Sena e do Canal Saint-Martin para milhares de pessoas que buscam alívio.
No país, a busca por banhos em áreas consideradas perigosas já deixou quarenta afogamentos. O mesmo quadro de temperaturas muito altas aparece em outras capitais europeias, como Londres.
44,3 graus na terça-feira 23 faz trens superaquecerem e atrações fecharem
Na terça-feira 23, os termômetros marcaram um pico de 44,3 graus no interior do país. Esse valor virou o dia mais quente já registrado na história da nação, com medições oficiais desde 1947.
Dias com temperaturas acima dos 40 graus afetaram Paris e a circulação. Os trilhos da rede ferroviária superaqueceram e dilataram, levando à redução da velocidade e ao cancelamento de serviços essenciais.
O calor também provocou o fechamento emergencial de atrações como o Museu do Louvre e a Torre Eiffel. Cientistas afirmam que o calorão europeu representa um “novo normal” climático, com os termômetros até 4 graus mais altos que o usual.
Uso liberado de águas e impacto na rotina; atenção aos riscos de afogamento
Com o uso liberado das águas do Sena e do Canal Saint-Martin, a população tenta reduzir o desconforto em meio ao calor. A matéria alerta para os riscos, já que o país teve quarenta afogamentos ligados a banhos em áreas consideradas perigosas.
Os efeitos do calor também seguem no transporte e em locais turísticos, com redução de velocidade e cancelamentos na rede ferroviária e fechamento emergencial de atrações como o Museu do Louvre e a Torre Eiffel.
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