A América do Sul alterna governos com mudanças bruscas, saindo da fase da “onda rosa” para uma nova configuração com mais líderes conservadores. O texto cita a situação atual do presidente Lula no terceiro mandato e as eleições mais recentes em países da região.
Do começo dos anos 2000 à virada recente: o ciclo político descrito no texto
No início dos anos 2000, a região viveu a “onda rosa”, ligada a líderes progressistas.
O texto lista Cristina Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela) e Luiz Inácio Lula da Silva.
Quando a onda chegou ao auge e o que mudou a partir de meados da década
Em 2015, oito dos doze países da América do Sul eram governados por presidentes de esquerda, segundo o texto.
O avanço foi impulsionado pelo ciclo de alta das commodities, puxado pela demanda chinesa, que ajudou no financiamento de programas sociais e políticas de redistribuição de renda.
Na segunda metade da década, crises econômicas, escândalos políticos e desgaste de grupos que ficaram longos períodos no poder abriram espaço para opositores.
Lula no terceiro mandato e eleições que ampliam a direita no continente
Hoje, o texto diz que Lula, em seu terceiro mandato presidencial, está em minoria à esquerda, ao lado de Yamandú Orsi (Uruguai), Irfaan Ali (Guiana) e Jennifer Simons (Suriname).
O trabalho também aponta Javier Milei, que assumiu postura de outsider e discurso ultraliberal e venceu os peronistas na Casa Rosada em 2023, e cita José Antonio Kast no Chile, que derrotou Jeannette Jara em março deste ano.
Além disso, o texto afirma que a direita ganhou força com a eleição da Colômbia, vencida por Abelardo de la Espriella, que superou Iván Cepeda, apoiado por Gustavo Petro.
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