Alan Greenspan e Clive Davis morreram na segunda-feira 22. As mortes de duas figuras ligadas a economia e música movimentam a semana e marcam o fim de trajetórias marcantes.
Greenspan no Fed e a discussão sobre desregulamentação financeira
Entre 1987 e 2006, Alan Greenspan moldou as finanças globais. Ele atuou no Federal Reserve, o Banco Central americano, sob quatro presidentes dos Estados Unidos.
Sua gestão foi ligada a conquistas como a ajuda para evitar o colapso do mercado após o crash da Bolsa de Nova York em 1987. Nos anos 1990, o texto cita que ele equilibrou taxas de juros com ganhos de produtividade, ligado à chamada Grande Moderação.
Críticas ao legado e morte em Washington aos 100 anos
O artigo diz que o legado de Greenspan foi manchado por políticas de extrema desregulamentação financeira. Ele é apontado por críticos como responsável por inflar a bolha imobiliária que culminou na crise financeira global de 2008.
O texto afirma ainda que Greenspan admitiu publicamente ter errado ao depositar confiança na autorregulação dos grandes bancos. Ele morreu na segunda-feira 22, aos 100 anos, em Washington, de complicações da doença de Parkinson.
Clive Davis, “o homem do ouvido de ouro”, morre em Nova York aos 94
Clive Davis, chamado de “o homem do ouvido de ouro”, moldou seis décadas da música popular americana. Ele foi executivo da Columbia Records e fundou a Arista Records, assinando contratos com Janis Joplin, Bruce Springsteen, Carlos Santana e Aretha Franklin.
O artigo também cita que ele descobriu Whitney Houston aos 19 anos e lançou a carreira de Alicia Keys. Davis venceu quatro Grammys e foi membro do Rock and Roll Hall of Fame desde 2000; ele morreu na segunda-feira 22 em sua casa em Nova York, aos 94 anos, por complicações respiratórias ligadas à idade.
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