Lula estuda medidas para proteger os beneficiários de planos de saúde, que somam cerca de 53 milhões de pessoas. O governo quer dificultar rescisões unilaterais de contratos e ampliar a atuação da ANS contra reajustes altos.
Pacote de 200 bilhões e disputa eleitoral colocam planos de saúde no centro
O presidente Lula aparece com melhora de imagem e vantagem na disputa presidencial, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada na última quarta-feira 15.
O plano faz parte da estratégia de candidatura com ações de interesse popular que não custem recursos aos cofres da União.
Aprovação sobe para 48% e medida mira rescisão e reajustes
A aprovação ao governo ficou em 48%, enquanto a desaprovação ficou em 47%, pela primeira vez desde dezembro de 2024.
Lula também ampliou a diferença sobre Flávio Bolsonaro (PL) nas simulações de primeiro e segundo turnos, e a distância em um embate direto passou de seis para oito pontos entre junho e julho.
Na pauta de planos de saúde, a ideia é dificultar a rescisão unilateral de contratos e consolidar mecanismos para a ANS proteger um número cada vez maior de segurados contra reajustes exorbitantes de mensalidades.
Medida ainda sem forma definida e governo foca em outras bandeiras
Ainda não está definido como o governo vai fazer essas mudanças nos planos de saúde.
Além do tema, o presidente pretende intensificar a reação ao tarifaço às exportações brasileiras anunciado por Donald Trump, e manter a ofensiva retórica contra as bets, com anúncio recente de restrições à propaganda de apostas esportivas.
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