A princesa herdeira da Noruega, Ingrid Alexandra, passou a assumir funções constitucionais após a morte do rei Harald. A medida coloca a jovem no centro dos rituais ligados à sucessão e à Constituição do país.
Ingrid Alexandra assume rituais e compromissos junto ao Storting após a morte do rei Harald
Ingrid Alexandra agora acompanha o pai, Haakon XVIII, em atos no Storting, o Parlamento norueguês. Ela também assinou o próprio compromisso de lealdade à Constituição.
O lugar caberia à mãe, agora rainha consorte, mas Mette-Marit enfrenta graves problemas de saúde. Ela passou por um transplante de pulmão para evitar a morte causada pela fibrose pulmonar.
Mette-Marit na linha de saúde e o impacto dos escândalos citados envolvendo Jeffrey Epstein
O texto menciona que houve grande rejeição quando foram reveladas centenas de e-mails trocados por Mette-Marit com o milionário abusador Jeffrey Epstein. Com isso, a nova rainha fica em segundo plano, com uma espécie de alívio destacado no artigo.
A formação e os rituais de luto seguem regras estritas, com roupas pretas e meias. O artigo cita também o uso de uma tiara com voilette, e o veuzinho preto na frente dos olhos.
Monarquias na Europa e o futuro de Ingrid Alexandra, de 22 anos, na sucessão
O artigo relaciona o interesse popular na Noruega com a continuidade do sistema monárquico. Ele diz que esse apoio ajuda a manter uma estrutura que liga o passado e o futuro.
Ingrid Alexandra tem 22 anos, e o texto aponta o futuro de outras princesas herdeiras, citando Leonor da Espanha, Catharina-Amalia da Holanda e Elisabeth da Bélgica. Na Noruega, partidos republicanos apresentam propostas de abolição da monarquia a cada quatro anos e são sistematicamente derrotados.
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