Registro de sexo errado em candidatura faz Agir ficar abaixo da cota feminina no RJ; TRE-RJ exigiu correção

O Agir ficou temporariamente abaixo da cota mínima de candidaturas femininas na disputa pela Alerj depois que uma candidata foi registrada como homem no sistema da Justiça Eleitoral. O TRE-RJ mandou corrigir o cadastro após identificar a divergência.

Cota feminina da Alerj cai por erro de registro no sistema e precisa de correção

O problema aconteceu durante a fase de registro de candidaturas para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Com a composição errada, o partido mostrou mulheres em 29,6% das candidaturas, um valor abaixo do mínimo legal de 30%.

TRE-RJ apontou diferença entre ata da convenção e RRCs; prazo foi de três dias

No processo nº 0600821-10.2026.6.19.0000, o tribunal encontrou divergência entre a ata da convenção partidária e os pedidos de registro de candidatura (RRCs) do Agir.

A ata indicava 49 homens e 22 mulheres na chapa, enquanto os registros no sistema mostravam 50 homens e apenas 21 mulheres. Por isso, o TRE-RJ intimou o partido em 15 de agosto e deu três dias para esclarecer.

No dia seguinte, o Agir informou que a candidata Viviane Cariello, registrada na convenção como mulher, teve o sexo informado incorretamente no pedido de registro.

Agir ajusta cadastro no RRC e mulheres passam de 29,6% para 30,99%

Um documento posterior da própria Justiça Eleitoral indica que a exigência foi atendida e que o dado no RRC foi corrigido.

Com a alteração, a composição voltou para 49 homens e 22 mulheres. As candidaturas femininas passaram a representar 30,99% da chapa, e os homens ficaram com 69,01%.

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