Cármen Lúcia antecipa voto e defende eleição indireta para governo do RJ no STF; julgamento fica suspenso
Ministra Cármen Lúcia antecipou o voto no STF e aderiu à divergência de Luiz Fux. A tese fez maioria de 4 a 1 e o julgamento foi suspenso.
Ministra Cármen Lúcia antecipou o voto no STF e aderiu à divergência de Luiz Fux. A tese fez maioria de 4 a 1 e o julgamento foi suspenso.
Após pedido de vista de Flávio Dino, André Mendonça antecipou voto no STF e defendeu eleição indireta com voto secreto na Alerj.
STF discute se a renúncia de Cláudio Castro foi manobra para evitar cassação no TSE. Caso mexe com futuro político no Rio.
Luiz Fux votou no STF pela validade parcial das regras da Alerj para eleição indireta no Rio. Ele manteve 24 horas e defendeu voto secreto.
Gilmar Mendes criticou a demora do TSE no caso de Cláudio Castro. Cármen Lúcia respondeu citando pedidos de vista e pautas no julgamento do Rio.
O senador Flávio Bolsonaro gravou vídeo com André Marinho, do Novo, nesta terça-feira (7), ampliando a disputa pelo governo do estado em outubro.
Decisão do STF sobre eleição para o governo do Rio pode influenciar ação na Alerj para garantir votação secreta na escolha do presidente.